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ISBN: 978-8578-71-015-6

Quando comecei a escrever as meditações, não tinha a menor pretensão de que se tornassem um livro. Mas chegou uma hora que pareceu ser lógico reuni-las todas e dar ao conjunto o formato de um livro. Não há, portanto, qualquer vínculo de uma com a outra. São completamente independentes e não são agrupadas por qualquer tipo de tema. Jamais tive a pretensão de que elas fossem lidas como ensinamentos irrepreensíveis ou qualquer coisa desse gênero. Elas devem ser lidas como se tivessem sido escritas por um homem, que de fato foram, ou como se tivessem sido escritas pelo próprio leitor, ou mesmo por alguém que apenas reflete sobre trechos da palavra de Deus. Essas reflexões podem, portanto, ser questionadas. O leitor pode discordar completamente, mas mesmo assim, para mim, ela terá cumprido sua missão, que é fazer o leitor refletir no texto original, que é a Palavra de Deus. Essa, sim, deve ser lida como verdade absoluta.

Refiro-me a Deus como eu aprendi a tratá-lo quando falo com ele em meu dia a dia, da mesma maneira como trato meus amigos e meu próprio pai, ou seja, usando o termo 'você', que em nossa linguagem implica intimidade. Alguém poderia considerar esse tipo de tratamento falta de respeito, pois normalmente estamos acostumados a tratar pessoas mais velhas ou aquelas que consideramos dignas de maior respeito com os termos 'o senhor' e 'a senhora', no lugar de 'você'. Decididamente não é essa a intenção. A intenção é demonstrar completa intimidade com ele, mesmo sendo ele o Criador de tudo o que há.

Sempre tive vontade de fazer ilustrações para acompanhar as meditações, porém achei que fosse dar muito trabalho. Entretanto, graças ao avanço da tecnologia, as ilustrações se tornaram possíveis, e foram feitas digitalmente a mão livre. Resgatei um personagem, chamado Rupert, que usei pela primeira vez em meu trabalho musical intitulado 'eiranembeira' (para maiores informações, http://www.klausdegeus.com.br). Nas ilustrações, Rupert assume papeis de todo tipo, mas ele não é mau nem bom, não é bandido nem mocinho, ele é humano, erra e acerta, cai e se levanta. Mas o importante é que ele está caminhando rumo à terra do sol.

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