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prefácio do autor

mentes criativas
projetos inovadores
a arte de empreender P&D e inovação


Este livro é dirigido a profissionais e dirigentes envolvidos direta ou indiretamente com atividades voltadas à inovação. Dependendo de quem você for, do perfil profissional que tiver e de suas atividades no mundo empresarial ou mesmo no mundo acadêmico, você poderá se interessar por alguns capítulos do livro em particular. Para auxiliá-lo na tarefa de “ir direto ao assunto”, farei primeiramente um resumo dos capítulos e, posteriormente, elaborarei um mapeamento entre os capítulos e os perfis dos leitores.

A introdução diz muito sobre o caráter de todo o texto. Portanto, aconselho que ela seja lida como se fosse uma espécie de ambientação ou familiarização com o assunto.

O capítulo 2 fala sobre os diferentes caracteres de empresas e instituições, e procura elucidar algumas questões e peculiaridades de sua natureza. Ele deve ser lido especialmente por aqueles que ainda não têm familiaridade com atividades criativas no contexto profissional e atividades relacionadas, tais como Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e inovação.

O capítulo 3 discorre sobre o funcionamento da criatividade, o perfil das pessoas criativas, como equipes criativas funcionam e como a liderança dessas equipes deve ocorrer. É um capítulo muito interessante para todos que desejam tirar frutos da criatividade.

O capítulo 4, sobre inovação e criatividade no contexto científico, é mais interessante a dirigentes empresariais que buscam a inovação em todas as esferas, e não necessariamente com base em P&D.

Já o capítulo 5, mais específico sobre P&D, deve interessar a instituições de pesquisa, universidades que queiram participar do processo de inovação de maneira prática e a empresas de maior porte que investem de uma forma ou de outra em P&D.

O capítulo 6 pode interessar a profissionais que empreendem projetos, além de dirigentes que baseiam fortemente suas atividades empresariais em carteiras de projetos.

O capítulo 7 traça um paralelo entre trabalhos artísticos e trabalhos empresariais, e será de particular interesse a profissionais criativos e todos aqueles que desejam aprender sobre a natureza artística e dela tirar benefícios em suas atividades.

O capítulo 8 é uma análise irônica de como funcionam certos ambientes de trabalho, e deve ser lido por profissionais criativos, para que eles estejam cientes do contexto onde se enquadram e estejam à vontade quanto à sua natureza e seus sonhos, além de dirigentes que estão sempre prontos a ouvir sobre as mazelas da organização e da estrutura social construída em torno da vida empresarial, e que têm vontade de mudar e criar um ambiente que seja realmente construtivo. Esse capítulo pode não ter importância aparente, mas pode ser muito bom para aqueles profissionais no início da carreira, que têm sonhos a concretizar, que são idealistas, que gostam de empreender e criar. Essas pessoas tendem a ser intrinsecamente ingênuas nessa fase de início de carreira, e podem cair em muitas ciladas. Eu considero esse capítulo 8, portanto, um alerta para que essas pessoas possam se resguardar de alguns males aos quais elas podem ser vulneráveis.

O capítulo 9 é um estudo de caso sobre um projeto de P&D desenvolvido numa empresa, e pode ser de interesse a profissionais envolvidos com atividades desse tipo, seja em instituições de pesquisa, universidades ou empresas, além de dirigentes que se preocupam em prover seus profissionais criativos de um ambiente propício à criatividade e à inovação.

O capítulo 10 traz algumas conclusões sobre a estrutura de trabalho vigente nas empresas e as mudanças que se fazem necessárias para alterar o rumo de empresas que desejam, além de sobreviver, ganhar mercado por meio da inovação. Deve ser lido especialmente pelos dirigentes dessas empresas.

A seguir você pode encontrar os capítulos que mais vão lhe interessar de acordo com seu perfil:

  1. Dirigentes de empresas envolvidas com P&D: se você for um dirigente de uma empresa que busca a inovação ou está inserida num programa de P&D, após ter se familiarizado com o início do livro, você poderá prosseguir em sua leitura com o capítulo 3, sobre o funcionamento da criatividade, de equipes criativas e de liderança criativa, que é base para a compreensão de sua natureza. Esse capítulo, juntamente com o 4, sobre inovação, e o 5, sobre P&D, formam a base para seu perfil. Entretanto, aconselho a leitura do capítulo 7 que trata do paralelo entre trabalhos artísticos e empresariais. O capítulo 9 é uma boa ilustração sobre o que acontece numa empresa em atividades de P&D. É também importante a leitura do último capítulo como conclusão.

  2. Dirigentes de empresas que buscam a inovação: se você for um dirigente de uma empresa que busca a inovação como forma de alcançar competitividade sustentada, é de particular interesse o capítulo 4 e o capítulo 6. Lembro, entretanto, que os capítulos 3 e 7 são também essenciais.

  3. Profissionais criativos: se você for um profissional que deseja dar uma maior oportunidade à sua criatividade, você deve ler o capítulo base sobre a criatividade, 3, e também os capítulos 4 e 5, pois falam sobre os contextos onde a criatividade pode gerar maiores frutos. O capítulo 6, sobre diferentes naturezas de projetos, pode ser de particular interesse, além do capítulo 7, para adquirir uma boa compreensão de como trabalhos artísticos ou simplesmente criativos podem ser valorizados no mundo empresarial.

  4. Profissionais envolvidos em atividades de P&D: se você for um profissional cujas atividades se relacionam fortemente com P&D, tanto em empresas, instituições de pesquisa e universidades, você terá particular interesse nos capítulos 4 e 5, sobre inovação e P&D, respectivamente, além dos fundamentos sobre trabalhos criativos (capítulo 3) e do paralelo entre atividades artísticas e profissionais (capítulo 7). O capítulo 9 apresenta um estudo de caso de particular interesse para quem lida com P&D, especialmente em empresas.

  5. Cientistas e pesquisadores: por fim, se você for um dirigente, um cientista ou um profissional de uma instituição de pesquisa ou universidade, você tirará muito proveito dos capítulos 3, 4 e 5 (Criatividade, Inovação e P&D, respectivamente), e dos capítulos 7 e 9 (Paralelo entre as artes e os negócios e Caso prático de P&D numa empresa, respectivamente).

  6. Leitor geral: se você se interessou pelo assunto do livro e não tem uma demanda ou necessidade específica, sugiro não focar os trechos mais específicos, tais como a segunda parte do capítulo 4, sobre inovação científica, grande parte do capítulo 5, que trata muito especificamente de P&D, e o capítulo 9, que é um estudo de caso bem específico e que você poderá achar meio chato. O restante você poderá ler sem problemas, mas creio que gostará muito de ler o capítulo 3, sobre a criatividade, o capítulo 6, sobre projetos e o capítulo 7, que compara atividades criativas com as empresariais. Eu acho também que poderá gostar de ler as crônicas corporativas. Por esse motivo, eu tentei, na medida do possível, alinhar as crônicas aos assuntos abordados em cada capítulo.

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